sábado, 30 de julho de 2016

Eleições na AFBeja

Está aberto o processo eleitoral para a eleição dos novos órgãos sociais da AFBeja
Associação
Informam-se todos os interessados que está aberto o processo eleitoral para a eleição dos órgãos sociais da AFBeja para o quadriénio 2016/2020.
As listas de candidatos deverão ser entregues nos serviços de secretaria desta associação, até às 16H30 do dia 09 de agosto de 2016.
O ato eleitoral tem lugar em Assembleia Geral Ordinária a realizar no próximo dia 23 de agosto de 2016, das 19H15 às 20H30, no Auditório Dr. Covas Lima na sede da AFBeja, sita na Rua Eça de Queirós n.º 6 em Beja.
Documentos a consultar:
Abertura do processo eleitoral

Convocatória da Assembleia Geral Ordinária
Fonte: AFbeja.com 

Albernoense quer requalificar campo

Requalificar os balneários do campo de futebol e de toda a zona envolvente é a grande prioridades do novo mandato do reeleito presidente do FC Albernoense, de Albernoa (Beja).
Em declarações ao "CA", Pedro Jonas refere que para o biénio 2016-2018 são "quatro os grandes objectivos" a atingir pela sua direcção, tendo em vista "o futuro" do clube.
Nesse sentido, e além das obras no campo de futebol e nos balneários, o presidente do FC Albernoense pretende igualmente manter a Academia de Atletismo, que conta actualmente com 35 atletas da terra com idades entre os quatro e os 16 anos, e reactivar a ginástica sénior na recém-construída sede do clube.
"São estas as grandes metas que queremos ver concluídas, sendo que o grande sonho da nossa colectividade foi recentemente concluído com a conclusão das obras da sede do FC Albernoense, um espaço que orgulhará todas as gentes de Albernoa", afirma o jovem dirigente.
Além de Pedro Jonas, a direcção do FC Albernoense conta com os nomes de Jorge Aurélio (vice-presidente para o futebol), Paulo Feio (vice-presidente para o atletismo), José Raposo (vice-presidente para as actividades culturais), Lídia Aurélio (tesoureira), Rui Jonas (secretário) e João Peixeiro (vogal).
A mesa da Assembleia Geral é presidida por Paulo Arsénio, enquanto Vítor Mestre lidera o conselho fiscal.

Fonte:  http://www.correioalentejo.com

António Oliveira treina o Sabóia AC

António Oliveira é o novo treinador do Sabóia AC, que na temporada de 2016-2017 está de regresso ao campeonato distrital da 1ª divisão da Associação de Futebol de Beja.
O técnico trabalhou alguns anos nas camadas jovens do Odemirense e sucede no banco a Garcia Rodrigues, também presidente do clube de Sabóia.
Na nova temporada, o clube do interior do concelho de Odemira terá como grande prioridade e manutenção na 1ª divisão, que começa a 25 de Setembro.

Surfista americano elogia costa de Grândola

O surfista norte-americano Garrett McNamara, conhecido por se aventurar em ondas gigantes, teceu esta semana rasgados elogios à costa do concelho de Grândola, que visitou.
McNamara esteve quarta-feira, 27, na praia do Bico das Lulas no âmbito da segunda edição "Buondi Surf Sessions", e no final assumiu ter ficado "encantado" com a praia, que equiparou às Caraíbas.
"Uau... Esta praia é linda. Faz-me lembrar algum lugar nas Caraíbas. Se olharmos atentamente a linha do horizonte há uma barra de areia branca gigante. [...] Andar por aqui também foi lindo. Sente-se uma paisagem intocável com eco resorts que respeitam e preservam a natureza", disse o surfista norte-americano.

Fonte:  http://www.jornalsudoeste.com

Seleção já se encontra na Aldeia Olímpica

Seleção Olímpica
Primeiro impacto com a Aldeia Olímpica foi positivo. O diretor da FPF, Pedro Pauleta, e os jogadores mostraram-se satisfeitos com as condições que encontraram. ÁUDIOPara ver e ouvir no site da FpF.Pt
A Seleção Nacional Olímpica já se encontra hospedada na Aldeia Olímpica e o primeiro impacto com uma realidade diferente a que os jogadores de futebol estão habituados foi positivo, como deram conta Pedro Pauleta, diretor da FPF e chefe de comitiva da Seleção Olímpica e os jogadores Sérgio Oliveira, Bruno Fernandes e Salvador Agra.
Fonte: FpF.PT

Futsal vai voltar ao Juventude

Mais uma excelente notícia para a família Juventudista, o Futsal vai voltar ao Clube já na temporada 2016/7, em breve todas as informações sobre esta modalidade que os adeptos também apreciam.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Daniel Mestre segura amarela na Volta

O almodovarense Daniel Mestre (Efapel) continua de amarelo na Volta a Portugal 2016, após a segunda etapa da prova, 160 quilómetros que ligaram Viana do Castelo a Fafe.
A tirada foi ganha pelo italiano Francesco Gavazzi (Androni Giocattoli), mais rápido no sprint sobre a meta que o português José Gonçalves (Caja Rural) e o espanhol Vicente de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé).
Daniel Mestre foi sexto na etapa, com o mesmo tempo do vencedor, e mantém-se assim de amarelo, ainda que agora com apenas três segundos de vantagem sobre José Gonçalves.
A quarta etapa da Volta a Portugal 2016 realiza-se este sábado, 30, ligando Montalegre a Macedo de Cavaleiros, num total de 158,9 quilómetros.

Fonte:  http://www.correioalentejo.com

Eleições na AFBeja

Está aberto o processo eleitoral para a eleição dos novos órgãos sociais da AFBeja
Associação
Informam-se todos os interessados que está aberto o processo eleitoral para a eleição dos órgãos sociais da AFBeja para o quadriénio 2016/2020.
As listas de candidatos deverão ser entregues nos serviços de secretaria desta associação, até às 16H30 do dia 09 de agosto de 2016.
O ato eleitoral tem lugar em Assembleia Geral Ordinária a realizar no próximo dia 23 de agosto de 2016, das 19H15 às 20H30, no Auditório Dr. Covas Lima na sede da AFBeja, sita na Rua Eça de Queirós n.º 6 em Beja.
Documentos a consultar:
Abertura do processo eleitoral

Convocatória da Assembleia Geral Ordinária
Fonte: AFBeja.com 

Um desafio inspirador


A seleção nacional de futebol de rua, patrocinada pela Associação Cais, conquistou o quinto lugar entre 46 países presentes no Campeonato do Mundo de Futebol de Rua, disputado na cidade escocesa de Glasgow.

Texto Firmino PaixãoFoto Associação Cais


A equipa portuguesa, que tem na sua equipa técnica o jovem Francisco Seita e que, neste ano, incluiu Fábio Pacheco, jogador do Bairro do Pelame, conseguiu a proeza de, a par do México, que foi campeão mundial, não perder qualquer jogo em tempo regulamentar. A única derrota sofrida foi com o Brasil (5-5) perdendo no desempate em grandes penalidades, resultado que nos afastou da final. O quinto lugar, como sublinhou o selecionador Francisco Seita, “é um orgulho para todos nós e, mais do que pela classificação conseguida, pelo excelente desempenho dos jogadores”.


Uma final entre o Brasil e o México, com a formação mexicana a repetir o triunfo do ano passado.O México foi um justo vencedor, é bicampeão mundial masculino e feminino. É um país que está a evoluir muito na modalidade, tendo em conta que o seu patrocinador está a investir bem em campos próprios para o futebol de rua. Nos últimos três anos já instalaram cerca de 1 300 campos pelos bairros do México e isso justifica a sua qualidade competitiva.


Com a expressão que a modalidade está a ganhar, seria bem recebido em Portugal um investimento comparável ao mexicano?É um passo a dar em função dos bons resultados que temos obtido e se pretendermos que a modalidade se desenvolva. Os praticantes que temos são jogadores que vêm do futsal e do futebol de 11, não são atletas exclusivamente do futebol de rua, ao contrário do que acontece no México, onde eles praticam em exclusivo esta modalidade.


Quando as pessoas ouvem falar de futebol de rua, apercebem-se da especificidade de regras que torna o jogo tão espetacular e competitivo?Muita gente pensa que é uma modalidade muito técnica, mas é um futebol muito tático, mais tático até que o futebol de 11. A especificidade das regras é que tem quatro jogadores, três de campo e um guarda-redes que não pode sair da área. Os jogadores de campo não podem entrar nessa área, joga-se com tabelas, ataca-se sempre em superioridade numérica e defende-se em inferioridade, porque há sempre um jogador que fica no meio campo ofensivo, o que acaba por resultar em muitos golos.

Quarenta e seis países de todos os continentes.Uma diversidade desportiva e cultural que promove uma vivência inesquecível?Há cinco anos que estou nestas funções e todos os anos tem sido diferente, um pouco também porque os jogadores não se podem repetir. Apesar de as seleções serem as mesmas, os jogadores são sempre diferentes. Os jovens que encontramos têm sempre histórias de vida diferentes, o que acaba por enriquecer muito a nossa própria história de vida, ao convivermos com eles.


Dois rostos bejenses entre os protagonistas desse sucesso.Mais um ano em que Beja colocou um jogador na seleção nacional. E um jogador decisivo, porque foi o melhor marcador da nossa seleção, esteve em grande destaque. No ano passado tivemos o melhor guarda-redes do mundo, ou seja, no panorama nacional do futebol de rua podemos dizer que Beja é das cidades que está mais à frente, comparativamente com as restantes, além de que somos bicampeões nacionais e, este ano, teremos o campeonato nacional na cidade de Beja. Podemos afirmar que somos uma das cidades que mais se estão a destacar nesta modalidade.


E o Fábio Pacheco, quem é este jogador?É um miúdo espetacular. Joga futsal mas adora o futebol de rua desde o primeiro momento em que teve contacto com a modalidade. É campeão distrital pelo Bairro do Pelame e, em 2013, quando fomos pela primeira vez campeões nacionais, ficou apaixonado pela modalidade e tem sido um dos seus principais impulsionadores em Beja. A sua participação no mundial foi muito merecida e o seu desempenho foi espetacular.


O futebol de rua é um projeto que vai para além da componente desportiva?O mais importante é prepararmos os jovens para o que vem depois da competição. As vidas que vão encontrar quando regressarem às suas cidades e às tarefas do seu quotidiano. No estágio temos dois treinos desportivos e outro de capacidades pessoais, procuramos que eles desenvolvam o respeito, a entreajuda e a autoconfiança, sentimentos que, após o torneio, lhes são fundamentais para serem melhores pessoas.


Um desafio muito enriquecedor?Não sendo um projeto puramente desportivo, porque tem uma forte componente social, acaba por ser muito enriquecedor para mim. A minha função é ensinar, mas posso dizer que acabo sempre por aprender mais do que consigo ensinar. Algumas das histórias de vida destes miúdos são muito marcantes e ver a forma como eles conseguem dar a volta por cima é algo deveras inspirador.

Fonte: http://da.ambaal.pt/

O melhor para os pombos


A última campanha competitiva da Associação Columbófila do Distrito de Beja foi bem-sucedida. Sem perdas de aves e resultados desportivos em que um ou outro “estranho” se destacou, a par dos vencedores crónicos.

Texto Firmino Paixão
Foto José Ferrolho


Com 19 coletividades e cerca de duas centenas de columbófilos em atividade, a campanha columbófila pautou-se pela normalidade. José Ameixa (Asas de Beja) e Paulo Bárbara (Asas Verdes) conquistaram títulos absolutos, o que não surpreende, e novos columbófilos emergiram nas diferentes especialidades (em próximo número revelaremos as classificações mais detalhadas). Uma época em que o calendário foi integralmente cumprido, o número de aves perdidas foi pouco significativo, como sublinhou Rogério Ricardo, presidente da Associação Columbófila do Distrito de Beja.


Uma característica do pombo-correio é a sua fidelidade ao pombal. Na última campanha as aves confirmaram esse apego ao habitat e voltaram na sua grande maioria ao ponto de origem?Foi uma época desportiva em que podemos afirmar com grande alegria que não existiu qualquer percalço dessa natureza, apenas tivemos de alterar o primeiro treino, cuja solta estava prevista para Espanha e a federação não nos autorizou fazê-lo. Fizemos a solta em Portugal, perto de Alqueva, e tivemos alguns problemas com o regresso de alguns pombos na margem esquerda. Mas daí para cá nunca mais houve registo de problemas.


O número de perdas também define o sucesso de uma campanha. Sendo assim, a última foi bem-sucedida?Sim, se calhar foi a mais bem-sucedida de todas as que já fizemos. Normalmente há sempre uma prova que deixa uma mancha e nós lembraremos sempre a pior, nunca as melhores. Nesta campanha não houve nenhuma prova que fique como má recordação, tudo correu bem, até mesmo nas provas nacionais. A última, por exemplo, foi extraordinária, porque na primeira de fundo nacional tivemos de conjugar os nossos meios com Évora e fomos com eles, mas algumas coisas correram menos bem. Nós queremos sempre o melhor para os nossos pombos, por isso decidimos mandar o nosso carro à última prova e, realmente, os resultados foram melhores e as perdas de aves muito poucas.


O calendário foi integralmente cumprido, com 21 provas entre velocidade, fundo e meio fundo?Foi cumprido na íntegra e de acordo com o inicialmente previsto, mercê também de alguma intuição nossa, porque tivemos de arriscar numa das provas em que fomos o único distrito a ir soltar a Espanha. Nenhuma outra associação soltou, porque a meteorologia indicava que seria perigoso efetuar soltas para as linhas deles e nós analisámos a nossa, previmos que teríamos sucesso e isso confirmou-se.


Olhando as classificações, constata-se uma ou outra surpresa, mas de resto são os vencedores crónicos.Há sempre alguém que se destaca pela primeira vez. Temos três ou quatro novos casos de sucesso, mas também temos os vencedores crónicos, entre eles José Ameixa, que é sempre um dos concorrentes muito fortes e candidato ao título.


Neste ano tivemos também uma grande prova internacional com soltas da aldeia de Dogueno para o columbódromo de Mira.Tivemos alguns concorrentes da nossa associação que enviaram pombos, mas essa foi uma prova ingrata, aquilo são jovens, são borrachos, é uma competição onde há prémios em jogo mas, de facto, é um pouco ingrato, porque os borrachos estão numa fase de constituição da sua própria morfologia, não estão ainda suficientemente desenvolvidos para uma competição como esta e ainda mais com temperaturas demasiado elevadas.


A associação está neste momento com 19 coletividades associadas. Todas estão em atividade regular?Sim, temos cerca de 200 columbófilos repartidos pelas duas zonas em atividade que representam as 19 coletividades filiadas na associação e que estão todas com atividade regular.


Há duas propostas para o calendário de 2017, com ligeiras diferenças, que estão em discussão entre os columbófilos.Desde que estou na associação o trabalho da equipa que lidero é sempre em prol de todos e não apenas de alguns. Nessa medida analisámos um problema que surgiu nas provas de velocidade que já tínhamos constatado em muitos anos anteriores e, neste ano, despertámos para essa realidade, que foi o facto de levar mais de uma hora, quase duas, a fechar a percentagem, o que não é normal. Analisámos a situação e falámos de Siruela e Tatalarubias, duas provas que estavam encurraladas dentro de barragens, onde a formação de nevoeiro é muito rápida e como em anos anteriores tínhamos perdido muitos pombos nessa zona, neste ano não, porque não fizemos as soltas demasiado cedo e aí é que está a chave da questão. Por isso, fizemos essa alteração aos locais de solta.

Fonte:  http://da.ambaal.pt